 | Sinopse:
Terei tempo para ler este pequeno livro?
Levarei muito tempo para lê-lo?
O que determinará se perdi meu tempo ou não?
Depende do conteúdo... e do leitor, e da interação entre eles.
Usar o tempo sem desperdiçá-lo, bem como dar-se tempo para ganhá-lo, é um ideal; lutar com o tempo ou contra ele para dominá-lo ou possuí-lo é uma guerra. Essa guerra, que muitos ocidentais lideram ou à qual se submetem, parece um fenômeno tipicamente moderno. Mas não é novo. De diversas formas, descobrem-se pistas dele nos textos do Novo e até do Antigo Testamento: é milenar e atinge as fibras centrais da existência, no sentido da vida e da morte.
Não seria a atitude íntima diante da morte que determina a atitude diante do tempo? É possível estender ao máximo o questionamento sobre o modo como nós, ocidentais, lidamos com o tempo (ou a falta dele). Os autores* desta obra, num diálogo com Hans Bürki, traçaram um roteiro que contempla aspectos fundamentais sobre o tema, quais são:
- Administração do tempo: uma questão técnica ou espiritual?
- Meditar e viver o tempo de forma diferente
- Uma prática concreta de meditação
- A medida em três tempos: tempo perdido, tempo resgatado, tempo de deus
- O sabat
- Controlando o tempo de forma dinâmica e não rígida
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